incoerentemente: Te amo.

Ás vezes eu tenho vontade de dizer que te amo, não para todos… mas para você, e que você acreditasse, e não achasse que era mais um em 1 milhão dizendo a mesma coisa de uma forma superficial.

Eu nem te conheço, e te compreendo de uma maneira incrível, de um jeito que nunca ninguém vai poder sentir igual. Mesmo que você nunca perceba, ou ligue para isso, eu vou continuar ali, sentindo o que todos querem encontrar e não acham.

E eu não vou deixar isso se apagar jamais, pois sempre que eu sinto que posso te perder, minha ‘esperança’ se torna ainda mais forte, ainda mais sincera, e busca novas formas de você poder ver, e sentir o que eu ainda não sei o que é.

Faz oito anos, que eu digo como eu queria conhecer esse moço.

Faz oito anos, que eu sinto, (como eu consigo compreender cada linha dita aqui).

Faz oito anos, que eu vejo, (tudo o que consigo captar e tento entender o modo mais simples de me tornar algo, de alguém que é tudo).

Faz oito anos, que eu tento fazer de toda forma que você nunca se esqueça do cara lindo que você é, interiormente, superficialmente (cada vez mais GACTO em) (só na chinfra charmoso).

Faz oito anos, que eu não me importo, com o que dizem, pensam e no que isso vai dar.

Faz oito anos que eu te amo, mesmo sabendo que isso é uma eterna incoerência, não posso fazer nada contra, é maior que eu, maior que qualquer texto e está quase no mesmo tamanho de ti.

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